Dois jovens morrem após confronto com policiais durante operação em Vila Valério Dois homens, de 23 e 24 anos, morreram após serem baleados durante uma ope
Sou Manaus 2026 mantém programação cultural no Centro Histórico Thelson Souza/Manauscult O Sou Manaus Passo a Paço 2026 mantém a programação cultural no
EPTV 1 entrevista Gabriel Azevedo (MDB), candidato ao governo de Minas Gerais Acompanhe a entrevista ao vivo no g1
PM aposentado que trabalhava como segurança é morto a tiros em São Vicente, SP o O policial militar reformado Emerson Manzo, de 55 anos, morto com um tiro na
Funcionário público morre soterrado em obra da prefeitura em Tatuí A Câmara Municipal de Tatuí (SP) concluiu a Comissão Especial de Inquérito (CEI) que i
Mãe e padrasto são presos suspeitos de espancar e matar menino de 3 anos no Acre O avó materno de Davi Lucas Santos Maia, de 3 anos, João Evangelista dos Sa
Pará pode sentir efeitos da proibição da exportação de carne bovina para o mercado europeu A nova cota de importação de carne bovina aberta pelo presiden
Vista da cidade de Araguaína Divulgação/Prefeitura de Araguaína O Ministério Público do Tocantins (MPTO) recomendou que a Prefeitura de Araguaína notifiq...
Vista da cidade de Araguaína Divulgação/Prefeitura de Araguaína O Ministério Público do Tocantins (MPTO) recomendou que a Prefeitura de Araguaína notifique moradores e comerciantes para desocuparem trechos da Rua Vitória da Conquista e promova a demolição de construções erguidas irregularmente sobre a via pública. A ocupação da área é alvo de questionamentos judiciais desde 1999 e é investigada pelo órgão desde 2016. O documento, publicado no dia 4 de setembro, estabelece prazo de 15 dias para que o município informe as providências adotadas. A recomendação foi expedida pela 6ª Promotoria de Justiça de Araguaína dentro de um inquérito civil que apura a ocupação de área pública na região da Avenida Santos Dumont. O g1 questionou a Prefeitura de Araguaína a respeito da recomendação, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Segundo o MPTO, laudos técnicos produzidos pelo próprio município concluíram que particulares invadiram o leito da Rua Vitória da Conquista, construíram imóveis e bloquearam o traçado original da via até as margens do Córrego Santo Antônio. O estudo apontou existência de edificações em Área de Preservação Permanente (APP). Conforme a recomendação, a manutenção de imóveis residenciais e comerciais sobre o leito da rua configura ocupação irregular de patrimônio público e compromete o ordenamento urbanístico da região. LEIA TAMBÉM Indígenas denunciam contaminação na água que abastece aldeia no TO Tocantins teve 34 tremores de terra nos últimos 30 anos; veja cidades com mais registros Obras da ponte de Palmas chegam a 87,49% de execução Agora no g1 O que pede o MPTO Entre as medidas cobradas da prefeitura estão a notificação dos ocupantes para saída voluntária, a abertura de procedimentos administrativos para demolir as construções irregulares, a elaboração de um cronograma para liberar totalmente a via e a recuperação ambiental da área próxima ao córrego. O Ministério Público também recomendou que a Secretaria Municipal de Assistência Social realize um levantamento socioeconômico dos moradores para identificar famílias em situação de vulnerabilidade e viabilizar alternativas habitacionais antes da desocupação. Na recomendação, o órgão afirma que poderá ingressar com uma ação civil pública caso o município não cumpra as medidas propostas, apresente resposta parcial ou deixe de se manifestar dentro do prazo estabelecido. A promotoria também cita a possibilidade de pedir aplicação de multa diária ao gestor. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.