Carro capota, idosa morre e sobreviventes são atacados por enxame de abelhas em MG
Carro capota, idosa morre e sobreviventes são atacados por enxame de abelhas em MG Redes sociais Uma idosa de 76 anos morreu e outras duas pessoas ficaram feri
Carro capota, idosa morre e sobreviventes são atacados por enxame de abelhas em MG Redes sociais Uma idosa de 76 anos morreu e outras duas pessoas ficaram feri
Evento seria no dia 17 de junho Arquivo pessoal A empresa Danprev Serviços de Vigilância e Segurança Ltda, alvo de um processo trabalhista por assédio moral
Rios ultrapassam cota de inundação e mais de 200 pessoas estão fora de casa no RS Após publicar e apagar um vídeo em que afirmava que o Rio Taquari não su
Psol lança Ronaldo Mansur como candidato ao governo da Bahia Alan Oliveira / g1 O Partido Socialismo e Liberdade (Psol) confirmou a candidatura de Ronaldo Mans
VÍDEO: Solo racha e interdita três casas em Valença Uma rachadura no solo interditou três casas nesta sexta-feira (24) em Valença (RJ). O incidente acontec
Sem Noção: Mulher amamenta bebê em moto sem placa em Salinópolis, no Pará Um flagrante de imprudência no trânsito chamou a atenção de pedestres e motor
Medicina sem Vestibular na Universidade Interamericana Assessoria Para estudantes brasileiros que realizam a graduação em Medicina no exterior, o Revalida rep
TSE vai mandar 1.100 urnas eletrônicas que serão usadas no interior do Piauí Até esta sexta-feira (24), o Piauí recebeu 416 das 1.104 novas urnas eletrôni
O aplicativo da 99 integra um ecossistema que reúne mobilidade urbana, delivery de comida, entrega de objetos e soluções de pagamento em um único lugar. Vin
A equipe econômica anunciou nesta sexta-feira (25) a liberação de R$ 5,7 bilhões para gastos dos ministérios no orçamento deste ano. A informação const...
A equipe econômica anunciou nesta sexta-feira (25) a liberação de R$ 5,7 bilhões para gastos dos ministérios no orçamento deste ano. A informação consta no relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre, divulgado pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento. 🔎 A autorização foi concedida porque o governo revisou a estimativa para baixo das despesas previstas para 2026 e concluiu que havia espaço dentro do limite existente no chamado arcabouço fiscal – a norma para as contas públicas aprovada em 2023. 🔎 Pelas regras, o crescimento dos gastos não pode superar 2,5% ao ano em termos reais, ou seja, acima da inflação do ano anterior. E o governo também não pode ampliar as despesas acima de 70% do crescimento projetado pela arrecadação. Agora no g1 Apesar da autorização para novas despesas, R$17,9 bilhões ainda seguem bloqueados em 2026, visto que, em maio, o governo informou que o valor total da contenção era de R$ 23,7 bilhões. O governo também reduziu projeções de despesas primárias, como o gasto com pessoal e encargos sociais (R$4,2 bilhões), benefícios previdenciários (R$3,2 bilhões), além do Benefício de Prestação Continuada (R$3,2 bilhões). Sobre as despesas previdenciárias, o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, disse que a variação foi na "margem" e que está relacionada à concessão de benefícios e que, apesar de contribuir para a redução das despesas. Por outro lado, o governo prevê mais gastos com o abono e o seguro desemprego (R$1,6 bilhões) e gastos com saúde (R$3,4 bilhões). Gastos livres A liberação de despesas será feita nos gastos livres dos ministérios, ou seja, aqueles que não são obrigatórios. O detalhamento de quais pastas serão contempladas será feito por meio do decreto de programação orçamentária e financeira, que será publicado no dia 30 de julho Entre os gastos livres, estão: despesas administrativas, investimentos, verbas para universidades federais, agências reguladoras, defesa agropecuária, bolsas do CNPq e da Capes, emissão de passaportes e fiscalização ambiental e do trabalho escravo, entre outros. 💰 Já os gastos obrigatórios, que não podem ser alvo de bloqueio de recursos, envolvem, por exemplo, despesas com benefícios previdenciários, pensões, salário dos servidores públicos, abono e seguro-desemprego, entre outros. Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo Ana Volpe/Agência Senado Meta fiscal em 2026 Além do limite para gastos da regra fiscal, o governo também tem de atingir a meta para as suas contas aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões. De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central. Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões. ➡️Com isso, o déficit estimado de R$ 52 bilhões em 2026 está bem próximo do limite fixado pela regra fiscal (com abatimento de precatórios). O governo também reduziu projeções de despesas primárias, como: pessoas e encargos sociais em R$ 4,2 bilhões; benefícios previdenciários em R$ 3,2 bilhões; Benefício de Prestação Continuada (BPC) em R$ 3,2 bilhões. Por outro lado, o Executivo prevê mais gastos com: abono e seguro desemprego em R$ 1,6 bilhão; e saúde em R$ 3,4 bilhões. Palácio do Planalto e Congresso Nacional. Ueslei Marcelino/Reuters