cover
Tocando Agora:

Últimas Notícias

Carro capota, idosa morre e sobreviventes são atacados por enxame de abelhas em MG

Carro capota, idosa morre e sobreviventes são atacados por enxame de abelhas em MG

Carro capota, idosa morre e sobreviventes são atacados por enxame de abelhas em MG Redes sociais Uma idosa de 76 anos morreu e outras duas pessoas ficaram feri

2 minutos atrás
Empresa alvo da Justiça convocou funcionários de folga por WhatsApp para ato com Sampaio em Roraima

Empresa alvo da Justiça convocou funcionários de folga por WhatsApp para ato com Sampaio em Roraima

Evento seria no dia 17 de junho Arquivo pessoal A empresa Danprev Serviços de Vigilância e Segurança Ltda, alvo de um processo trabalhista por assédio moral

3 minutos atrás
Eduardo Leite explica por que alertas não previram inundação do Rio Taquari no RS

Eduardo Leite explica por que alertas não previram inundação do Rio Taquari no RS

Rios ultrapassam cota de inundação e mais de 200 pessoas estão fora de casa no RS Após publicar e apagar um vídeo em que afirmava que o Rio Taquari não su

3 minutos atrás
Psol lança Ronaldo Mansur como candidato ao governo da Bahia

Psol lança Ronaldo Mansur como candidato ao governo da Bahia

Psol lança Ronaldo Mansur como candidato ao governo da Bahia Alan Oliveira / g1 O Partido Socialismo e Liberdade (Psol) confirmou a candidatura de Ronaldo Mans

3 minutos atrás
VÍDEO: Solo racha e interdita três casas em Valença

VÍDEO: Solo racha e interdita três casas em Valença

VÍDEO: Solo racha e interdita três casas em Valença Uma rachadura no solo interditou três casas nesta sexta-feira (24) em Valença (RJ). O incidente acontec

7 minutos atrás
Mulher amamenta criança na garupa de moto em movimento no Pará

Mulher amamenta criança na garupa de moto em movimento no Pará

Sem Noção: Mulher amamenta bebê em moto sem placa em Salinópolis, no Pará Um flagrante de imprudência no trânsito chamou a atenção de pedestres e motor

7 minutos atrás
Formação médica e Revalida: uma jornada construída na graduação

Formação médica e Revalida: uma jornada construída na graduação

Medicina sem Vestibular na Universidade Interamericana Assessoria Para estudantes brasileiros que realizam a graduação em Medicina no exterior, o Revalida rep

9 minutos atrás
Piauí já recebeu 416 das 1.104 urnas eletrônicas previstas para as eleições, diz TRE-PI

Piauí já recebeu 416 das 1.104 urnas eletrônicas previstas para as eleições, diz TRE-PI

TSE vai mandar 1.100 urnas eletrônicas que serão usadas no interior do Piauí Até esta sexta-feira (24), o Piauí recebeu 416 das 1.104 novas urnas eletrôni

10 minutos atrás
99Food invade Santos por céu, terra e mar para anunciar chegada na Baixada

99Food invade Santos por céu, terra e mar para anunciar chegada na Baixada

O aplicativo da 99 integra um ecossistema que reúne mobilidade urbana, delivery de comida, entrega de objetos e soluções de pagamento em um único lugar. Vin

10 minutos atrás

Últimos Vídeos

🔥QUEBRANDO A MALDIÇÃO🔥CORINHO DE FOGO | LOUVOR de LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL

🔥QUEBRANDO A MALDIÇÃO🔥CORINHO DE FOGO | LOUVOR de LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL

2 meses atrás

A Arca de Noé

A Arca de Noé

2 meses atrás

DESENHO DO VELHO

DESENHO DO VELHO

2 meses atrás

'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa de até 37,5%

EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre ...

'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa de até 37,5%
'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa de até 37,5% (Foto: Reprodução)

EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre a indústria brasileira. Enquanto o agronegócio ficou quase de fora dos impactos do tarifaço, a indústria foi a mais afetada e, por isso, cobra agilidade do governo federal. O pedido do setor é negociar diretamente com os americanos, descartando qualquer tentativa de responder na mesma moeda por meio da Lei da Reciprocidade. Com o novo anúncio, o imposto total cobrado sobre determinados produtos brasileiros exportados pode chegar a 37,5%. Veja os principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado Mas o Palácio do Planalto afirmou nesta sexta-feira (24) que a medida tem "caráter completamente arbitrário e injustificado". Por isso, o governo iniciará "imediatamente" os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e levará o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC). A nova cobrança foi anunciada pelo órgão de comércio dos EUA. O governo americano alegou que o Brasil não tem leis rigorosas o suficiente para proibir a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado e aplicou taxa adicional de 12,5% ao país. (entenda a situação na reportagem abaixo) Amcham: De acordo com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), que reúne representantes de empresas americanas no país, 85,3% das exportações brasileiras para os EUA passarão a ser atingidas pela sobretaxa máxima de 37,5% — resultado da soma dos 25% anunciados no dia 15 com os 12,5% apresentados agora —, "fragilizando cadeias produtivas e encarecendo custos". Na avaliação da entidade, o novo cenário compromete ainda mais a competitividade das exportações brasileiras, tende a aprofundar a retração do comércio bilateral, fragiliza cadeias produtivas integradas entre os dois países e pode elevar os custos para empresas e consumidores norte-americanos. "A nova tarifa amplia os impactos negativos sobre as exportações brasileiras, com diversos setores sujeitos a sobretaxas expressivas de 37,5%. A reversão desse cenário passa necessariamente pela retomada das negociações entre os dois governos. O entendimento bilateral é o caminho mais eficaz para atender aos interesses de ambos os lados", afirmou o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto. A Amcham afirmou ainda que medidas de reciprocidade, cogitadas pelo governo federal como resposta ao tarifaço, apresentam elevado risco de provocar uma escalada política e comercial e agravar os impactos econômicos para empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros. Abimaq Complexo Industrial e Portuário do Pecém Divulgação/CNI A indústria de máquinas e equipamentos, uma das mais vulneráveis ao tarifaço, prevê impacto imediato sobre suas operações. Segundo a Abimaq, associação que representa as empresas do setor, a soma das alíquotas elimina a competitividade dos fabricantes brasileiros frente aos concorrentes dos EUA, ameaçando contratos e a previsibilidade dos negócios. Em 2025, as exportações brasileiras de máquinas e equipamentos somaram US$ 13,8 bilhões. Os EUA foram o principal destino individual, com compras de cerca de US$ 3,2 bilhões, o equivalente a 23% das vendas externas do setor. O presidente executivo da entidade, José Velloso, avaliou que a justificativa apresentada pelo governo americano tem motivação política e foi uma resposta à exigência da Suprema Corte dos EUA para que o Executivo apresentasse uma fundamentação para a adoção de novas tarifas. Ele ressaltou ainda que, para o setor, a situação deve se agravar. "Estamos imaginando que devemos ter uma queda entre 10% e 11% nas nossas exportações para os EUA." "Entendemos que a motivação do governo norte-americano em tarifar produtos importados alegando trabalho forçado é uma decisão que tem um cunho político. Foi uma resposta à Suprema Corte norte-americana, que em fevereiro proibiu o governo americano de taxar produtos sem uma motivação clara. Agora tem a motivação, que é o trabalho forçado." Segundo Velloso, a soma das duas tarifas coloca a indústria brasileira em desvantagem frente aos fabricantes americanos. "No caso do Brasil, isso é ruim porque nós já tínhamos uma tarifa de 25% e agora passamos a ter uma tarifa de 37,5% com a soma dos 12,5%. Isso tira a nossa competitividade frente às máquinas e aos equipamentos fabricados nos EUA." A associação também defende a regulamentação do Plano Brasil Soberano 3, o diferimento de tributos federais, a ampliação do Reintegra para 5% e o fortalecimento da promoção comercial voltada para a diversificação de mercados. A Abimaq também se posiciona contra a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta às tarifas americanas. Na avaliação da entidade, uma escalada de barreiras comerciais tende a ampliar custos para empresas e consumidores, reduzir a previsibilidade dos negócios e prejudicar cadeias produtivas altamente integradas entre Brasil e Estados Unidos. CNI A Confederação Nacional da Indústria (CNI), que representa as federações industriais de todos os estados, também defendeu a continuidade das negociações diplomáticas para evitar novos prejuízos ao comércio bilateral. Após reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que o setor produtivo continuará apoiando a estratégia adotada pelo governo brasileiro. (veja as medidas do governo) "Saímos daqui muito satisfeitos com a afirmação categórica do ministro de que o Brasil vai continuar negociando. Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando." Segundo Alban, a CNI trabalha em conjunto com o governo na criação de uma nova missão da política Nova Indústria Brasil (NIB), voltada ao apoio das empresas atingidas pelas tarifas e à internacionalização das cadeias produtivas brasileiras. "Conversamos sobre como podemos ser efetivos de forma emergencial e de forma planejada. Estamos trazendo o apoio imediato do SESI, do SENAI e da CNI para apoiar as empresas afetadas." O presidente da entidade afirmou ainda que o impacto tende a ser maior sobre os produtos manufaturados. Diferentemente de matérias-primas como café e petróleo, isentas da rodada de tarifas, os bens industriais enfrentam concorrência acirrada e têm margens de lucro mais apertadas, o que impede a absorção de um imposto tão elevado. Sem conseguir repassar a sobretaxa de 37,5% ao preço final, os fabricantes brasileiros correm o risco de perder clientes para concorrentes locais ou de outros países.A entidade endossa a posição da CNI e da Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contratos, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego. Fiemg cobra atuação do governo A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), entidade que representa o segundo maior estado exportador para o mercado norte-americano, também defendeu a negociação diplomática. A entidade destacou que o governo brasileiro deve atuar de forma firme, técnica e coordenada para ampliar a lista de exceções e garantir maior previsibilidade às empresas exportadoras. "O Brasil precisa agir com firmeza, rapidez e capacidade técnica para evitar que essa nova tarifa comprometa ainda mais a competitividade da indústria nacional. A prioridade deve ser ampliar as exceções, garantir previsibilidade às empresas e construir uma solução negociada que preserve contratos, investimentos e empregos", afirmou a coordenadora de Negócios Internacionais da Fiemg, Verônica Winter. Na avaliação da federação, a combinação das tarifas pode aumentar o custo de acesso ao mercado norte-americano e colocar os exportadores nacionais em desvantagem frente a concorrentes submetidos a alíquotas menores. A entidade endossa a posição da CNI e Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contratos, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego. Por fim, a CNI propõe a criação de uma missão específica dentro da política Nova Indústria Brasil, voltada ao apoio das empresas afetadas pelas tarifas e ao fortalecimento da internacionalização da indústria brasileira.